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quarta-feira, julho 15, 2009

Paulistas Espertos

"É do Brasil, meu povo", gritaria energicamente o locutor esportivo Silvio Luiz. É com vibração semelhante que afirmamos que o Terrier Brasileiro ou, como é conhecido em São Paulo e estados próximos Fox Paulistinha, é uma raça canarinha. Seu surgimento, no entanto, divide as opiniões de especialistas. Uma corrente defende que nobres brasileiros que viajavam para a França ou para a Inglaterra para estudar, ao retornarem traziam consigo cães da raça terrier ao país. Esses imigrantes de quatro patas se acasalaram com cães brazucas e originaram o Terrier Brasileiro. Outros são irredutíveis em dizer que a raça surgiu em São Paulo e avançou rumo a outras regiões do território nacional.
Recuperar a história não é nada fácil. A tese mais moderna é a de que os animais tenham desembarcado aqui a bordo de navios ingleses. Eram tripulação fixa das embarcações com o firme propósito de combater os ratos e suas pulguinhas nocivas. Nada menos que cuidados pertinentes, haja vista que a peste negra assolara a Europa até então. Em terra firme, cuidaram de perpetuar a espécie. Outros exemplares de terrier atingiram outros países, como Portugal, Japão etc. locais onde se notam raças similares à do Fox Paulistinha.
Abençoados sejam seus bisavós que não resistiram ao charme das cadelinhas brasileiras e os conceberam. As características principais dos paulistinhas são alegria, agilidade, inteligência e adestrabilidade notória. Com certeza, já viu algum deles em comerciais de televisão e se impressionou. Dando continuidade a essa herança de mesclagem de raças, temos dois descendentes de Fox Paulistinha, mestiços de terrier brasileiro com SRD (sem raça definida). O casalzinho Ranny e Babi é dócil, bem-educado e adora brincar, seu passatempo predileto. Que tal jogar bolinha com eles?

Ranny e Babi

Babi
Características:
- 5 anos;
- Castrados e vacinados;

Contatos para adoção:
Cecilia Beatriz Miguéis
Animais Precisam Ajuda
Tel.: (11) 5579-1822/9339-8880

sábado, outubro 11, 2008

Um amigo cão é para toda a vida... dele

Se você tem um cão e é apegado a ele, provavelmente fica intrigado com a fidelidade do animal. Você retorna para casa diariamente e quem sempre faz questão de te receber primeiro, ele. Se você adormece no sofá, quem vem te fazer companhia, o próprio (e enche a sua camisa e calça de pelos). Esse apego todo é explicado pelo fato de que o cachorro é um animal social que costuma aceitar seu dono como o "chefe da matilha".
Tal constatação científica, por si só, já é um bom motivo para esta boa sintonia entre homem e cão. Alie a isto as características inerentes da espécie: primorosos olfato e audição, ótimas capacidades de corrida e caça, excelente capacidade de aprendizado, relativa docilidade, valores esses que possibilitam o seu adestramento. Temos o cão pastor, o cão de guarda, o cão-guia e o mais comum, o cão de companhia.
É uma relação que tem tudo para dar certo. Mas, com uma certa freqüência, ela se desmancha. O dono abandona o animal, que volta ao estado de seus ancestrais, sobrevivendo do que consegue arrumar por aí, em um ambiente completamente diferente do que se encontravam aqueles. É como largar uma criança à sua sorte na rua.
Para evitar esse panorama trágico, a União Zoófila criou uma propaganda que desestimula o abandono de animais e que corrobora para a reflexão de idéias acerca do tema.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A3o
Vídeo: União Zoófila