sábado, setembro 20, 2008

Choro sem lágrimas...

Demonstrações de carinho entre espécimes animais, em tempos de individualismo humano extremado, reelabora e dá nova cor ao nosso conceito de sociedade. O exemplo, neste caso, vem dos pássaros, que se destacam, normalmente, pela beleza de seu canto e de seu vôo.

O destoante
Em uma praça japonesa, um fotógrafo notou um pássaro morto no chão, a causa mortis, no entanto, era desconhecida.

O peculiar Dentro em pouco, uma outra ave se aproxima do falecido e clama pelo seu par morto. Permaneceu, segundo relato do próprio fotógrafo, por um bom tempo junto ao companheiro, inconformado. Dava pouca importância aos passantes, superando seu próprio medo.

O desesperoEm um momento de puro impulso, o pássaro voa até o falecido e pousa, impactando-o, como querendo acordá-lo daquele sono profundo.

O inconformismoPercebendo que seu esforço era em vão, o pássaro lança um olhar de lamento para o corpo do companheiro.

O bando presta sua homenagem
O bando todo, com dezenas de aves, segundo relato de testemunhas, liderados pelo mais triste deles, faz uma revoada próxima ao companheiro morto antes de seguir seu rumo.

Uma última tentativa
O líder do bando, transtornado ainda, desvia seu curso de vôo e retorna àquele fatídico ponto na rua e tenta, com todas as suas forças, trazer o companheiro de volta à vida, piando alto e forte juntinho deste, para assim, poder despedir-se de vez.

Equilíbrio sempre...

"Às vezes, quando se está furioso com alguém, sentar e pensar sobre o problema pode ajudar bastante!"

quarta-feira, setembro 10, 2008

Sai Mai e os tigrinhos

Tal qual ocorre na ficção com o desenho "Mogli, o Menino Lobo", um garoto criado por lobos, e no romance "Tarzan of the Apes" (1.912), do escritor norte-americano Edgar Rice Burroughs, no qual um filho de ingleses é criado por macacos "mangani" na África, depois da morte de seus pais, a tigresa de bengala Sai Mai, de seis anos, "adotou" quatro porquinhos no zoológico Sriracha, perto de Bangcoc, na Tailândia. Ela cuida dos porquinhos como se fossem seus próprios filhotes.
A felina já cuidou de outros grupos de porquinhos desde os dois anos completos destes. "Os porquinhos são retirados da mãe deles e colocados em contato com a tigresa. Logo eles já pensam que Sai Mai é a mãe deles e começam a procurar por leite", explica o treinador do zoológico, Samit Krajangpoh.
A "mamãe" tigre, por exemplo, está acostumada com os porquinhos porque foi amamentada por uma porca até os quatro meses de idade.
O parque apresenta shows com os animais interagindo e, por este motivo, vestem os filhotes de porco com "roupinhas" de tigre.


Referência Científica

Na metade da década de 30, o etólogo alemão Konrad Lorenz popularizou o imprinting filial, o processo pelo qual um animal recém-nascido aprende a reconhecer as características únicas de um dos pais, geralmente da mãe. Esse fenômeno foi batizado de imprinting pelo mentor de Lorenz, Oskar Heinroth, que acreditava que o estímulo sensorial com que os animais recém-nascidos se deparavam ficava imediata e irreversivelmente “estampado” (em inglês, “imprinted”) em seus cérebros. Lorenz demonstrou a idéia com seus famosos gansinhos, que passaram as primeiras horas de suas vidas com ele e conseqüentemente o seguiam por toda a parte. Mesmo adultos, os gansos preferiam a companhia das pessoas à das aves.



Lilica e o pintinho

Parece fábula, mas não é. A cadela Lilica se apegou tanto ao mais novo membro da casa que o tem para si como seu filhote. E ela tem ciúmes, experimente chegar muito próximo do pintinho para você ver: seu latido forte e agudo vai incomodar o seu tímpano.

Cachorrinho Fera!

A exemplo de Tony Hawk, um dos grandes expoentes do skate de todos os tempos, este animalzinho mostra que é craque na modalidade vertical do esporte.

Pequenos levados

Este vídeo bem-humorado ilustra com precisão do que são capazes os gatos-domésticos. São 30 cm de altura por 50 cm de comprimento de pura agilidade.


terça-feira, setembro 02, 2008

Dachshund adota leitãozinho...

  Esta cadelinha amarronzada adotou um filhote rosado, de orelhas compridas e... porco?! O instinto maternal clamou mais alto e, pelo que podemos ver, a família está maior e feliz.


Conheça o "Pink", aglutinação de Pig e Tink, além de uma alusão à coloração do porquinho



Pink disputando uma das mamas de Tink.


Mamar é seu passatempo predileto.

Se mantém aquecido, encostado nos outros filhotes.


Super à vontade.

Tink tem um carinho especial por Pink. Repare no zelo.

Estão sempre juntos.

Tanto mimo cansa. Bons sonhos, Tink e Pink.