terça-feira, novembro 24, 2009

Consciência negra e superação

Um recente censo canino da Dumb Friends League, de Denver, Colorado, Estados Unidos, apontou que dos 125 cães do abrigo, 40% eram pretos ou com predominância da cor. Como a amostragem era baixa para mostrar uma tendência, seus dirigentes decidiram consultar os registros de recolhimento de animais e os resultados foram reveladores. De 1º de outubro de 2.001 a 30 de setembro de 2.002, 13. 298 cachorros foram acolhidos, dos quais 5.087 eram pretos ou de predominância da cor, resultando nos mesmos 40% de incidência do ponto de partida da pesquisa. Concluíram que as pessoas de fato adotam menos cães negros.
Mas meu vizinho tem um labrador preto que é uma belezura. Será que isso tem fundamento mesmo? A explicação dos donos de abrigo é mais estarrecedora ainda. Imagine um supermercado, quem percorre os seus corredores procura um produto cuja cor se destaque. Nos abrigos, acontece um processo semelhante. As pessoas querem os cãezinhos brancos, malhados, dourados etc. Os pretos acabam não se sobressaindo.
Para tentar reverter esse quadro negativo, muitas entidades de adoção animal estão usando métodos de "marketing canino" na hora da escolha do futuro amigo de quatro patas: os canis são de cores claras para dar contraste, bandanas coloridas dão um charme extra e dois cães pretos nunca habitam a mesma baia, seu companheiro terá sempre uma cor clara.
Como se não bastasse essa dificuldade oriunda do princípio físico de que o preto é a ausência de luz, o que, por si só, já acarreta um grande transtorno para esses peludos, há um outro entrave a ser considerado, o conceito da cor na Teoria das Cores, do campo da psicologia, o ser humano tem uma percepção para cada uma delas. Na nossa sociedade ocidental, o preto quase sempre é a cor da morte, do luto e da penitência. Por isso, pessoas que rejeitam o sistema ou se rebelam contra as normas estabelecidas vestem essa camisa literalmente. O preto nega a luz e as pessoas que o escolhem regularmente no vestuário a rejeitam em si próprias, refletindo-a para longe e simplesmente não absorvem-na.
Tentando quebrar paradigmas e estender os limites da subjetividade humana, eles tentam conseguir um dono pela simpatia e pelo carisma. São dois irmãozinhos muito negros, o Juca e a Jully, que parecem emanar uma energia muito positiva. Que tal ser do contra e optar pelo preto?

terça-feira, novembro 10, 2009

Branco-escritório sempre

Muito à vontade, o padrinho segurando-a para que não se deite e começe a expor a barriguinha para ser afagada, é disso que a Bianca mais gosta. Atente para a foto (abaixo) e note que há um outro fator de conforto para a gatinha, a sombra. Protegida do sol, ela fica tranquila, pois os felinos de coloração branca são bastante sensíveis às radiações ultra-violeta e podem até desenvolver um tipo de câncer, o carcinoma.
Ponta das orelhas, nariz e pálpebras são os locais onde a pele fica mais exposta e onde ocorrem as alterações físicas de alerta ao dono do animal. Esse tipo de bichano tem pouca melanina, pigmento que confere fotoproteção aos seres vivos em geral. Entretanto, essa alteração genética não foi párea para a obstinação dos pesquisadores que em suas buscas incessantes por soluções de melhoria, já encontraram maneiras para que esses seres independentes e charmosos tenham uma vida normal. Seguem as recomendações básicas: entre 10h e 16h, nada de exposição ao sol; filtro solar ajuda, desde que com fator de proteção acima de 25 e aplicação sempre supervisionada, pois os gatos ao fazerem a sua auto-higiene diária retiram a camada do produto com suas lambidas.
Lembre-se de que esses cuidados de que os bichinhos precisam são muito parecidos com o que nós temos que adotar no dia-a-dia. Se você se preocupa com a sua saúde da maneira como os dermatologistas frisam sempre em consultas e também no aconselhamento técnico fornecido para a mídia, você já é craque no assunto e pode ter um gatinho branco por anos à fio. Ainda não tem um? A Bianca está doidinha para se abrigar do astro-rei juntamente contigo.
Características:
- dez meses;
- castrada, vacinada e vermifugada;

Contatos para adoção, São Paulo - SP:
Cecilia Beatriz Migueis
Animais Precisam Ajuda
Tel. (11) 5579-1822/9339-8880
E-mail:animaisprecisamajuda@uol.com.br

quarta-feira, outubro 07, 2009

Roubou a vez do colar

Lenço no pescoço, acessório que ficou agarradinho no gogó das mulheres no inverno e que, de acordo com previsões de consultores de estilo, deve manter a sua posição na primavera-verão também. A peça é versátil, dando um charme a mais a camisetas, vestidos e camisas. Moças e senhoras caminham imponentes por diversos locais de São Paulo com o enfeite no pescoço, muito seguras de si, mas há algumas reticentes, ansiando saber se podem, devem e como usá-lo. A idéia do pequeno penduricalho transformar-se em uma gigantesca melancia abaixo do queixo, deixa-as inquietas. Algumas precauções, no entanto, descartam essa hipótese terrível.
Na hora de abastecer o armário, escolha os formatos quadrados. Vantagens: fácil acomodação, caimento natural e de tamanho apropriado, sem risco de criar volumes exagerados. Quanto à coloração, invista nos tipos alegres, sobretudo rosa, amarelo, azul celeste e laranja, tonalidades propícias a essas estações mais quentes. Estampas são muito bem-vindas. Se surgir alguma dúvida cruel na hora de escolher o mágico badulaque, afaste-a da seguinte forma: aproxime a peça do seu rosto sob a luz e escolha aquela que a deixar mais corada.
Você se empolgou, correu para o espelho, já sabe até qual é o que combina com o seu estilo, mas, quase sempre há uma conjunção coordenativa adversativa quando se trata de moda, fique atenta às restrições de uso. Preparada? Vamos à elas: lenço atado ao pescoço pede brincos discretos, senão você vai ficar parecendo a Carmem Miranda, se for no carnaval, esqueça esse impeditivo; para as que tem mamas avantajadas, não usem lenços amarrados na altura delas; e a condição sine qua non para a adequação do acessório: ter a região do pescoço alongada.
Sabedora de que pode e deve usar, siga para o próximo passo, a conformação do nó. Há quatro tipos de uso, a saber:
· Irreverente: Transforme o lenço numa faixa. Envolva-o de forma justa ao pescoço. Dê um nó no final. Prenda as pontas na parte da frente da camisa (fechada até o último botão ou aberta, com o colo à mostra).
· Descolada: Faça um triângulo com o lenço e dê o nó atrás do pescoço. Use sobre camisas, com camiseta ou regata — nesse caso, deve cobrir algum decote.
· Moderna: Forme triângulo com o lenço e amarre-o no estilo caubói — dessa vez, dê o nó na frente, por cima da parte grande do lenço. Não use com peças muitos largas — aumenta sua silhueta — nem justas demais — fica desproporcional.
· Despojada: À moda dos gaúchos, amarre em triângulo, com nó na parte da frente, sobre o colo.
Ainda tem dúvidas? Veja como ficam, utilizando-se como modelos alguns cãezinhos transgressores da moda, mas que todavia demonstram ter grande estilo e personalidade. Lembre-se que para eles, não há demais peças, só esse mimo no lugar da trivial coleira.
Características:
- ninhada de cinco;
- aprox. dois meses de vida;
- vacinados, vermifugados e castrados;
Contatos para adoção, São Paulo, SP:
Mimi - Cel.: (11) 9172-8713

sexta-feira, setembro 25, 2009

Esse pit bull é lassie

Sinônimo de braveza e truculência, alguns quando ouvem falar do nome dessa raça de cachorro estremecem. Todo mundo conhece alguém que foi apelidado de pit bull, pelo sua braveza inerente. Mas será que a má fama é justa? Ao que tudo indica o cão é como um garoto muito forte e inteligente: se tiver uma orientação adequada, cresce sadio e normal, do contrário, vira um menino-problema. A chave da questão está no tutor do animal.
No século XIX, em 1.835, os donos ingleses dos tataravós do pit bull já os ensinavam de modo errado. Não deu outra, o parlamento inglês proibiu o bull baiting, esporte em que um bulldog e um touro se enfrentavam em uma arena. Com esse entrave, os criadores de bulldog voltaram sua atenção para as rinhas. Os doutores Frankensteins misturaram Bulldog e Terrier e produziram os Pit Dogs. As características básicas dos mestiços eram porte pequeno, muita força e agilidade. Prontos para agredir outros cães, as criaturas mostraram bravura e tolerância a dor, atributos de exímios lutadores. Com o tempo, surgiram as diferenciações na família, como o staffordshire bull terrier, o bull terrier, o irish staffordshire bull terrier e o pit bull. Mais tarde, aconteceu a migração da raça para os Estados Unidos, como cães de quintal, guarda de fazendas, boiadeiros, cães de luta e caça pesada.
Com esse biotipo característico e seu histórico uso em trabalhos nem um pouco leves, é preciso observar certos cuidados com o brucutu: como acontece com outras raças grandes, o cachorro tem uma propensão a atacar animais que cruzem seu caminho; desde filhotes, devem ser sociabiliziados com todo o tipo de pessoa, de crianças a idosos; em público, guia curta, focinheira, enforcador ou coleira resistente e na outra ponta uma pessoa que aguente a força dele; lembre-se, o principal fator de contribuição para a agressividade incontida do animal é o cruzamento indiscriminado da raça, não se atentando para o temperamento dos exemplares.
Com o rabo entre as pernas
A grande redenção do pit bull aconteceu no meio do ano passado, quando uma pesquisa da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, apontou que o cão mais feroz do mundo é o dachshund. Um em cada cinco representantes da raça miúda já atacou ou tentou avançar contra estranhos. E um em cada 12 arremeteu contra o próprio dono. O vice foi o chihuahua, o menor cão do mundo, medindo entre 15 cm e 23 cm. O pit bull, considerado assassino e descontrolado, ficou em sexto lugar. O que contribuiu para alcançar essa posição foi a alta taxa de investida contra outros cachorros (22%). Comparativamente, os 6,8% de ataque contra estranhos do musculoso é bem menor que os 20,6% do dachshund. Entretanto não queira saber a diferença entre a mordida de um e de outro.
Dois representantes da raça pit bull que não queriam dar dentadas em nenhum outro cachorro, apenas esticar as patas por aí, saíram para não voltar mais. O casal foi abandonado na av. Jornalista Roberto Marinho, amarrado a uma árvore sob um sol de 30º. Uma passante de bom coração, recolheu, alimentou e cuidou deles. A fêmea já conseguiu novo lar, mas o Leo ficou na saudade. Por uma questão de espaço, sua madrinha não pode continuar com ele. Ele é uma "moça", carinhoso, brincalhão, alegre e dócil. É excelente no trato social tanto com animais como com pessoas, com crianças então nem se fala!



Contatos em São Paulo, SP:
- Maria Cristina Alvarez Ruschel. E-mail: crisalvarez@terra.com.br

domingo, setembro 13, 2009

Dando novo sentido à vida

Quando pequenos, aprendemos na disciplina de Ciências quais são os cinco sentidos: tato, olfato, paladar, audição e visão. Temos uma conceito geral de cada um eles. O que os professores não ensinam é como faz falta a perda de apenas um do conjunto original. A supressão da visão é um grande infortúnio para uma pessoa. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS/2.000) mostram que existem no mundo cerca de 40 milhões de pessoas cegas e outros 130 milhões tem baixa visão. Em 1.998, estimava-se que por volta de 90% das pessoas cegas vivia em países subdesenvolvidos e a maior parte dos casos de cegueira eram evitáveis ou curáveis. Até o ano de 2.020, a organização profetiza que o número de casos de cegueira deve dobrar.
Esses números mostram que os deficientes visuais estão participando ativamente na sociedade. E muitos optam por ter um cão-guia ao seu lado no dia-a-dia. A missão do animal é desviar o parceiro de armadilhas do mobiliário urbano não completamente acessível. Seu treinamento é longo, de um ano e meio a dois anos, e as raças mais comumente usadas são labrador e golden retriever, nessa ordem.
Esses últimos, cães de pelo médio e de coloração que vai da dourada até a creme dão ótimos parceiros para as pessoas com deficiência visual. Todavia um cidadão santoandreense que enxerga muito bem anda tendo problema com uma ninhada de sete filhotes da raça: o barulho está enlouquecendo os vizinhos dos apartamentos contíguos.
Características:
- Primeiras vacinas em dia;






Contatos em Santo André, São Paulo, SP:
ADOTADOS
Inversão dos Papéis
O melhor amigo da família sempre foi um exímio apanhador de bolinhas, mas, paulatinamente, vai perdendo a habilidade de goleiro. Você já começa a coçar a cabeça. Noutro momento, o cãozinho começa a esbarrar nos móveis e tropeçar nos degraus das escadas. O diagnóstico é certo, perda de visão que não raro acarreta cegueira total. Caso isso aconteça, não se apavore, é perfeitamente possível conviver com um animal cego dentro de casa. Os cães, como os humanos, tem a capacidade de memorizar o mobiliário do espaço por meio dos outros sentidos, eminementemente o olfato.
E para tornar a vida deles mais fácil, você precisa ajudá-lo com alguns macetes básicos. Evite mudar a mobília e deixar objetos espalhados sobre o piso; marque com um perfume forte e característico os pés das mesas e cadeiras, a soleira das portas e o primeiro degrau das escadas; não troque o local das refeições dele; em casas com piscina, deve-se ou impedir-lhe o acesso ou cobri-la.; dirija-se ao animal atentando para a voz ou por meio de ruídos característicos, como sapato ou pulseira; a brincadeira com as bolinhas deve ser estimulada com brinquedos adaptados, aromatizados ou com guizos.
Feito isso, tente se tranquilizar, é mais difícil para o dono se adaptar à nova fase de vida do pet que o próprio cachorro. Este em pouco tempo se familiariza com sua nova condição. Não torça o nariz, especialistas afirmam que um cão cego em seu ambiente normal não deixa transparecer a estranhos que é portador de deficiência alguma.
Fitando Bianca sem espreitar-lhe os olhos, não dá para perceber que ela tem glaucoma e é cega. É alegre, meiga e muito carinhosa. Estava abandonada no Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo (CCZ). Uma cachorrinha especial que precisa de alguém único.
Características:
- 5 anos de idade;
- porte médio;
- bastante sociável;
Contatos para adoção em São Paulo, SP:
- Marli. E-mail: marli@abeac.org.br
- Euridice: Tels.: (11) 5631-3852 ou (11) 7535-4183

quinta-feira, setembro 10, 2009

Os protegidos de Dona Deôla

Um pouquinho depois da Segunda Grande Guerra, a imigrante portuguesa dona Deolinda abriu um negócio muito comum para os patrícios que se instalavam na antiga colônia, uma panificadora, a Padaria do Lar, na Pompéia. Naquele local aprazível, quase um retiro para os apreciadores dos seus esmerados quitutes, estava ficando famosa pela boa mão de confeiteira e já merecia um apelido mais carinhoso e curto, dona Deôla.
Anos à fio, a senhora lusa viu com alegria que suas receitas saborosas e de qualidade conquistavam os corações dos frequentadores locais, tornando-se quase um ponto de parada obrigatório. Muitos negócios foram fechados ali, quiçá, talvez, por influência do seu cafézinho? Mas Dona Deola resolveu um belo dia que era hora de pendurar as luvas de confeiteira e partiu para um novo negócio.
Mas o efeito Dona Deôla permaneceu no ar, nas ruas, no imaginário dos antigos frequentadores e na lembrança dos netos. Então, em 1.996, estes decidiram colocar a mão na massa, de pão, e abriram uma novo negócio que tinha a cara e a alma da avó, a primeira padaria Dona Deôla, na mesma esquina onde ficava a original. As suas iguarias seguiram conquistando novos clientes na região, o que levou naturalmente a uma expansão do negócio. Hoje são quatro unidades.
Agora, a mais nova delas, a de Granja Viana, abraça mais uma causa que tem o toque dona Deôla de ser: a "1ª Feira de Adoção no Pátio da Dona Deola". Ali, pessoas comuns que usam recursos próprios para socorrer e encontrar adotantes para cãezinhos que não tiveram muita sorte na vida exporão seus animaizinhos. Compareça, prestigie, seja seduzido pelo tradicional cafézinho com a marca Dona Deôla e por um olhar carinhoso de um cãozinho.

segunda-feira, setembro 07, 2009

O DC Cômico Batman

Sock, pow, zok, rif, bam, oooof!, ruídos onomatopéicos sempre presentes na série de tevê "Batman", exibida entre 1.966 e 1.969, nos Estados Unidos, e que teve uma sobrevida aqui no Brasil, nos anos 80. A geração Coca-Cola pode curtir o enlatado criado para agradar tanto a adultos como crianças e cujo ingrediente principal era o forte recorte humorístico. Vários condimentos deixavam o seriado bastante cômico e prontinho para ser deglutido: o Batman (Adam West) ostentava sua barrigona de cerveja e falta de agilidade; Robin (Dick Grayson) tinha falas que eram normalmente sacras, "Santa água quente, Batman!"; na metade de cada estória, o episódio inicial era estrategicamente interrompido e ficava sempre uma pergunta no ar, como, por exemplo, " Será que desta vez chegou mesmo o fim de nossos heróis? E o Coringa, conseguirá dominar o mundo? Não percam, na próxima semana, mais um bat-episódio nesta mesma bat-hora, neste mesmo bat-canal", o que virou gíria da garotada na época; nos letreiros de Batman, em vez de anunciar o "ator especialmente convidado", satiricamente escreviam "o vilão especialmente convidado"; os bandidos sempre tentavam matar a dupla dinâmica de uma maneira lenta e dolorosa, cortar, esticar, ferver etc; o telefone vermelho sob a redoma de vidro era uma sátira ao aparelho de mesma cor que teoricamente ligava Moscou a Washington, em tempos de Guerra Fria; na hora da ação, os heróis entravam pela passagem secreta localizada na biblioteca da mansão Wayne, escorregavam por canos e já saiam vestidos na bat-caverna.
Quem ganhava sempre era a dupla dinâmica, mas quem dava as cartas mesmo eram os vilões. Muitas vezes eram vividos por nomes consagrados do cinema norte-americano, contrastando com os desconhecidos protagonistas Adam West e Burt Ward. Dois contraventores da pesada foram: Pinguim, o ator Burgess Meredith estreou vários filmes dos anos 30 à 70, inclusive foi o treinador de Rocky Balboa no filme "Rocky, um Lutador", "Rocky II, a Revanche" e "Rocky III, o Desafio Supremo" ; já o Coringa, um "latin lover" de ascendência cubana ficava ao cargo de Cesar Romero, que fez longas nas décadas de 30 a 50.
Como batman e robin viviam abatendo facilmente os seus inimigos na telinha, o diretor Leslie Martinson idealizou um complô criminoso para a telona, o que nunca acontecia na série de tevê, para tentar derrotar o homem-morcego e seu fiel escudeiro. Capitalizando a popularidade da série, em 1.966, lançou o longa chamado "Batman", com os mesmos personagens do seriado. O herói foi derrotado pelos telespectadores de boa qualidade.
Trinta anos depois do encerramento da série, não é que o batman continua percorrendo as ruas da cidade? O mestiço de dog alemão foi resgatado à beira da Raposo Tavares, km 22, sentido cotia, no último dia 30. Devido às habilidades em comum com o paladino da justiça esgueirou-se e habilmente se desviou de um carro indo cair direto nas mãos de suas madrinhas. Ah, o cachorro-morcego é tão bonachão quanto o herói do seriado dos anos 60.
Características:
- 6 meses;
- Possui todas as características da raça, cabeça, mancha no peito, porte etc;
- Pelo sedoso e brilhante;
- Vacinado e vermifugado;
- Porte grande.

Contatos em São Paulo, SP:
Batgirls:
- Iracema - Tel.: (11) 9983-2180
- Denise - Tel.: (11) 8447-4859
- Rosangela - Tel.: (11) 9976-1479